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FNM ALFA ROMEO FURIA GT 1971

FNM ALFA ROMEO FURIA GT (BRAZIL, 1971)



O italiano brasileiro


A designação de tipo FNM Alfa Romeo Furia GT prometia uma mistura de know-how na produção brasileira de alto volume, design próprio e engenharia italiana. Em 1968, a Alfa Romeo comprou a empresa Fábrica Nacional de Motores ou abreviatura “FNM”, originalmente fundada como uma empresa estatal de caminhões em 1942, por um preço de 36 milhões de dólares americanos. Toda a produção ocorreu na fábrica de Duque de Caxias, próximo ao Rio de Janeiro. A poucas centenas de quilômetros de distância, na maior cidade do Brasil, São Paulo, o Designer Ottorino "Toni" Biannco fundou sua empresa Comionauto no início dos anos 1970.





Designados com o nome Fúria, os carros de corrida da Comionauto competiram em corridas nos anos de 1970 e 1971. Esses carros chamaram bastante a atenção do cenário automobilístico brasileiro com resultados respeitáveis ​​nas competições nacionais. As vitórias esportivas também chamaram a atenção do representante da FNM em São Paulo. Ele abordou Toni Bianco sobre a criação de um carro de passageiros próprio para a FNM. A carroceria esportiva foi projetada por Toni Bianca com base no chassi modificado e na mecânica do modelo FNM 2000.




Denominado FNM 2150 e equipado com um motor modificado, o carro foi oferecido ao mercado sul-americano. Mas não mais do que um punhado de protótipos do veículo com a mecânica de um Alfa Romeo foram colocados sobre as rodas antes que Toni Bianca perdesse o interesse pelo projeto. O público pôde ver o carro de 130 cv no Salão do Automóvel do Brasil em 1972.





No final, desapareceu na escuridão da história porque o carro esportivo de 2 + 2 lugares equipado com o emblema Alfa-Romeo em sua grade do radiador nunca entrou em produção em série.



Miniatura da Autocult de 2019.


Até mais!

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